Ministério da Saúde busca consenso com entidades sobre programa nacional

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Imagem: Divulgação

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O Ministério da Saúde, por meio do Ministro Alexandre Padilha, negou nesta segunda-feira (22/7) que tenha faltado diálogo do órgão com as entidades médicas sobre o Programa Mais Médicos. Conforme Padilha, as conversas ocorreram, mas não foi possível chegar a um consenso sobre os termos do programa.

Na semana passada, entidades médicas anunciaram a saída de câmaras e comissões técnicas do governo nas áreas de saúde e da educação em reação ao Mais Médicos. O presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira, argumenta que o governo declara ter negociado com a categoria, mas não ouviu as sugestões apresentadas e manteve o que já estava decidido anteriormente.

De acordo Padilha, desde o começo desta iniciativa, foi constituído um diálogo com as entidades médicas. Não tem concordância sobre as propostas. O Ministro ainda, disse que é médico, mas está ministro da Saúde, e como ministro ele deve pensar na saúde de 200 milhões de brasileiros em primeiro lugar, antes de qualquer interesse específico de entidade profissional.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) entrou na última semana com uma ação civil pública contra a União, representada pelos ministérios da Saúde e da Educação, para suspender o programa, que prevê a contratação de médicos estrangeiros para trabalhar nas periferias das grandes cidades e no interior do país e estágio obrigatório de dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para alunos de medicina a partir de 2015.

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