Paciente grave tem mais risco de infecção pós-transplante

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Foto: Divulgação

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De acordo com uma pesquisa do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) pacientes em estado grave submetidos a transplantes de fígado que vêm de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), ou apresentam quadros infecciosos ou de insuficiência renal, apresentam maior risco de infecções pós-cirurgia.

O trabalho,descrito inclusive em artigo publicado nos Estados Unidos, poderá auxiliar na preparação dos pacientes para o transplante, aumentando as chances de êxito no procedimento e reduzindo os riscos de mortalidade.Durante o estudo foi analisado o comportamento de infecções em pacientes submetidos ao transplante de fígado escolhidos pela gravidade do caso.

Com a adoção do MELD, tornam-se mais comuns os casos de pacientes que saem de UTIs para se submeterem à cirurgia. Por isso, o estudo analisou os casos de 597 pacientes que passaram por 543 transplantes de fígado no HCFMUSP, entre os anos de 2002 e 2011. Como se tratavam de casos mais graves, a maioria dessas pessoas fazia uso de hemoderivados ou apresentavam insuficiência renal, o que as obrigava a passar por sessões de hemodiálise.

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