Sírio-Libanês fará ampliação de unidade

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Imagem: Divulgação

O Hospital Sírio-Libanês está investindo quase R$ 1 bilhão em um projeto que até 2014 vai duplicar a capacidade de sua sede no bairro da Bela Vista, em São Paulo, contemplando a construção de três novas torres, além da ampliação das estruturas já existentes.

Este ano o hospital avançou em uma série de ações com o foco no processo de expansão. “Além disso, consolidamos os investimentos realizados ao longo de 2010 e 2011, quando abrimos duas novas unidades em São Paulo [Itaim e Jardins] e uma em Brasília, esta última direcionada para a área de oncologia clínica e que em breve deve receber um equipamento de radioterapia de última geração”, afirma o superintendente de Estratégia Corporativa do Hospital Sírio-Libanês, Paulo Chapchap. O hospital estuda também a possibilidade de implantar unidades em Campinas (SP) e no Rio de Janeiro.

Referência na qualidade dos serviços e em tecnologia empregadas na medicina de alta complexidade em geral, o HSL atende pacientes do Brasil e do exterior, em mais de 60 especialidades. Este ano, o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês firmou uma parceria importante com dois dos maiores centros de pesquisa e tratamento oncológico do mundo: o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center e o Ludwig Institute for Cancer Research. No caso do Memorial Sloan-Kettering, há projetos de cooperação mútua no desenvolvimento de programas de educação e treinamento em oncologia. A parceria com o Ludwig Institute, por sua vez, já resultou na criação do Centro de Oncologia Molecular.

Além disso, o Hospital Sírio-Libanês destaca-se, ainda, por ações na área da sustentabilidade. Nesse sentido, está atento aos impactos econômicos, sociais e ambientais de sua atividade e integra de maneira ativa o Programa Hospitais Saudáveis. Apenas como exemplo, as novas torres que compõem o projeto de expansão estão sendo construídas dentro das normas ambientais para a certificação Green Building. “Também fazemos toda a gestão dos resíduos gerados pela nossa atividade, que inclui a compostagem de 1,9 tonelada de lixo orgânico por dia (restos de alimentos), encaminhada a uma empresa especializada, para transformação em adubo, um projeto pioneiro na área hospitalar do Brasil. Outros 665 quilos diários de papel, papelão, plástico, metal e vidro também são encaminhados para reciclagem”, acrescenta Chapchap.

Este ano, o Hospital Sírio-Libanês recebeu o Prêmio DCI Empresas Mais Admiradas, no quesito Saúde. Sobre essa outorga, Chapchap declara: “A premiação aponta que estamos no caminho correto, dentro da missão que foi estabelecida em 1921 por um grupo de senhoras que fundaram a Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês. Trata-se de uma homenagem que nos enche de orgulho e nos estimula a continuar nessa mesma direção”.

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